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Swimmy, My Private Pool, e particulares que alugam a sua piscina como se reservasse um apartamento para um fim de semana. O princípio é simples: colocas fotos, escolhes os teus horários, defines o teu preço, e as pessoas reservam para uma tarde tranquila. Em alguns anúncios, os preços começam a partir de 10 por pessoa e por hora, exatamente o tipo de orçamento que torna a natação « privada » acessível para um aniversário ou um domingo de calor extremo. A questão é que a procura aumenta cedo na temporada com o aquecimento: numa plataforma, já se fala de 15 000 transações registadas. E no verão, a aceleração é grande, com até 500 pedidos de reserva por dia. Portanto, se tens uma piscina e pagas a manutenção todos os anos, podes transformar uma despesa numa pequena fonte de rendimento extra. Não é um milagre, mas é concreto.
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No Swimmy, publicas o teu anúncio em 10 minutos
O processo é semelhante ao que já conheces no Airbnb ou Booking, só que aqui estamos a falar de uma piscina. Na página inicial, inseres um local, uma data, um horário, o número de banhistas e até as suas idades. A plataforma fornece-te resultados com fotos, descrição e preços. Do lado do anfitrião, crias o teu anúncio, indicas as tuas disponibilidades, as tuas regras e defines o teu preço. Simples, flexível, quase demasiado fácil. O que muda a dinâmica é o controlo: no Swimmy, um inquilino envia-te uma mensagem, depois um pedido de reserva. E tu podes aceitar ou recusar sem penalidade. Não precisas de justificar-te, não precisas de « aceitar para ser bem classificado » como em outras apps. Manténs o controlo sobre o teu calendário, sobre o número de pessoas, sobre os horários e sobre o que autorizas ou não (churrasco, música, crianças, etc.). No dia D, a coisa é concreta: recebes as pessoas, fazes um breve resumo das regras, deixas que desfrutem algumas horas e depois fazes uma verificação final. Se tens um jacuzzi, um corredor de natação ou até uma sauna, algumas plataformas também permitem-te oferecê-los. E o pagamento é depositado diretamente na tua conta. Na teoria, tudo é fluido e claramente pensado para pessoas que não querem perder as suas noites com isto.
Quanto podes ganhar, e por que o verão aumenta tanto a procura
Vamos falar de números, porque é disso que estás interessado. Nos anúncios, encontras tarifas do tipo 10 €/h/pessoa, às vezes mais dependendo do equipamento e da localização. Faz um cálculo simples: 6 pessoas, 3 horas, a 10 euros, são 180 euros por sessão. Não vais alugar todos os dias, mas com dois ou três horários bem escolhidos no mês, começa a fazer diferença. E é aqui que a ideia « arredondar o final do mês » se torna credível. O mercado, por sua vez, está a consolidar-se. Uma plataforma explica já ter registado 15 000 transações, e no verão, falamos de picos de 500 pedidos por dia. Não são apenas « pessoas a experimentar », é um uso. E do lado dos clientes, responde a uma necessidade simples: nem todos vão de férias, e nem todos têm uma piscina. Alugar algumas horas é um pequeno escape, sem hotel, sem praia lotada, sem vizinhos. Falei com uma proprietária, Fanny, que aluga regularmente: ela explicou-me que o objetivo, no início, era sobretudo compensar a manutenção. Porque uma piscina custa caro rapidamente. Ela fala em cerca de 500 € por ano entre produtos e eletricidade, só para manter uma água decente. Resultado, alugar é, no mínimo, « operacionalmente neutro » quando corre bem. E quando tens um jardim agradável, um terraço, duas espreguiçadeiras e uma sombra, vendes sobretudo tranquilidade.
A contrapartida: regras, seguro e o verdadeiro custo de uma piscina
Antes de te veres já como um pequeno empreendedor da piscina, há duas ou três realidades a enfrentar. Primeiro, o desgaste: mais utilizações significa mais duches não tomados, mais protetor solar na água, mais pequenas sujidades. E se alugas para um aniversário, podes acabar com um ambiente de « colónia de férias » se não tiveres definido limites. Assim, o teu regulamento é o teu melhor amigo: horários, ruído, acesso à casa, sanitários, tudo deve estar claro. Depois, a segurança e pequenos acidentes. As plataformas oferecem um seguro incluído com um parceiro, para evitar surpresas desagradáveis. É tranquilizador, mas não substitui o bom senso: verificas o acesso, explicas as áreas proibidas, supervisionas quem entra e limitas o número de pessoas. E tens em mente que estás a receber pessoas desconhecidas na tua casa. É a economia colaborativa, sim, mas não é um encontro entre primos. Finalmente, há o tema que incomoda: uma piscina é cara mesmo quando ninguém nada. Falamos de 500 € por ano de manutenção para alguns proprietários, e isso pode aumentar dependendo do tamanho, aquecimento ou equipamentos. Portanto, alugar pode ajudar, mas não é um jackpot automático. O bom compromisso é muitas vezes alugar pouco, mas bem: horários curtos, perfis que te parecem sérios, e uma tarifa coerente com a tua área e o teu nível de equipamento. O resto, tu decides, mas é melhor dormir tranquilamente.
Fontes
- Como alugar a sua piscina em poucos cliques para arredondar as suas contas no final do mês
- E se a sua piscina fosse a solução para arredondar as suas contas no final do mês
- Swimmy | visto na TV: alugar uma piscina perto de si
- Alugar a sua piscina, a boa ideia entre particulares – TOTEM

Après une carrière dans le commerce, j’ai changé de métier il y a plusieurs années pour devenir rédactrice spécialisée dans la maison. Vous découvrirez sur ce site mes articles liés à l’énergie (pompe à chaleur, poêle, solaire, …), décoration et bricolage.